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domingo, 13 de novembro de 2016

Delegado descarta versão de acidente e pede exumação do corpo do bebê





“A versão de acidente está descartada e fica claro que houve um crime. Agora presos os pais serão investigados e terão a chance de detalhar o que realmente aconteceu”, disse o Delegado.
Ainda segundo Telles, no histórico do casal foi levantado um relacionamento conturbado, com brigas e agressões. “O pai teria atirado o bebê contra a mãe depois de mais uma agressão. Está tudo apontando para uma ação criminosa, porque a versão do acidente não se confirma. Foi criada uma mentira e a expectativa é que eles [pai e mãe], venham a dizer o que realmente aconteceu”, relata.
Logo após a prisão realizada em Itamaraju, o delegado Júlio César Telles e sua equipe, conduziram os acusados Jorge Mendes Carneiro Junior, de 41 anos e Erisângela Santos Silva, 38, à sede da 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas, onde vão permanecer presos à disposição da Justiça e das investigações
 
Já  delegado Dr. Júlio César Telles, que acompanha o caso do bebê de 09 meses que supostamente morreu ao cair de uma Hilux em movimento, informou que a Justiça aceitou o pedido de exumação do corpo da criança e que ele já emitiu guia de solicitação e irá pessoalmente no Departamento de Polícia Técnica para marcar o dia para a exumação, junto aos peritos Paulo Libório (coordenador do DPT) e Welson Jorge (perito médico).

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O caso da criança ganhou repercussão nacional devido à dinâmica do acontecido, narrado pelos genitores do bebê. Segundo os pais, eles vinham de uma praia, no interior do Prado, e com a trepidação da estrada vicinal (de terra), o bebê conseguiu se soltar da cadeirinha, abrir a porta do veículo, um Toyota/Hilux, e caiu do veículo em movimento. A polícia acredita que a versão dos pais está contraditória com os fatos e a suspeita é de que a criança foi vítima de agressão.
“A história contada pelos pais vai de encontro com as capacidades da criança e com os sistemas de segurança do carro”, avalia o delegado Júlio Telles. Os pais foram presos nesta quarta-feira (09) por força de um mandado de prisão temporário, que pode durar até 30 dias. O delegado explicou ainda que eles só serão ouvidos novamente após a reconstituição dos fatos. “Vamos simular o que foi dito na primeira versão, para aí então confrontar a história contada com o que seria ou não possível de acontecer. Só então eles (pais) vão prestar depoimento outra vez”, explicou o delegado.
Segundo informações, quando a criança tinha 7 meses de vida, após uma discussão com a mãe do bebê, o pai teria arremessado a criança contra a mãe, o que pode reforçar as acusações contra os pais de menino. O corpo do bebê, que foi enterrado na manhã do dia 31 de outubro, no Cemitério Municipal de Itamaraju, será exumado nos próximos dias. A polícia espera que novos exames colaborem com as investigações.
Por|:liberdadenews

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