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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Sem Terra ocupam Incra agora pela manhã em Salvador

Fotos: Ronaldo de Delina/MST em cobertura para A Tribuna Bahia-Extremo Sul do Estado
AGORA EM SALVADOR NA SEDE DO INCRA

As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas em defesa da Reforma Agrária, que mobiliza milhares de famílias Sem Terra em todo Brasil

Fotos: Ronaldo de Delina/MST em cobertura para A Tribuna Bahia-Extremo Sul do Estado
AGORA EM SALVADOR
 Cerca de mil trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra, de dez regiões do estado da Bahia, ocuparam na manhã desta segunda-feira (16) o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e em Ponto Novo, no Norte baiano, 450 famílias ligadas ao MST e ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocuparam a sede do sítio Barreira, cuja área possui mais de 2 mil hectares

.Fotos: Ronaldo de Delina/MST em cobertura para A Tribuna Bahia-Extremo Sul do Estado
Ronaldo de Delina e Leandro agora pela manhã ocupando a sede do INCRA em Salvador

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Líder Evanildo Costa, o Dirigente PC e o Deputado Valmir Assunção
As ações fazem parte da Jornada Nacional de Lutas em defesa da Reforma Agrária, que mobiliza milhares de famílias Sem Terra em todo Brasil. Na Bahia, o MST reivindica uma pauta antiga junto ao Incra, que vai desde o processo de desapropriação de áreas históricas à garantia de direitos básicos nos assentamentos, como estradas, crédito para produção e assistência técnica.
Além disso, as ocupações exigem a realização de uma reunião entre o presidente nacional do Incra com o Governo do Estado para garantir o cumprimento de dois acordos. O primeiro foi feito em 2011 com foco na desapropriação de áreas de celulose para Reforma Agrária e o segundo em 2007, que visa também o processo de obtenções de terras localizadas as margens de perímetros irrigados.


Ocupação no sítio Barreira, em Ponto Novo.
Nesse sentido, os trabalhadores repudiam as ações golpistas do governo Temer que visam realizar cortes nas demandas voltadas à Reforma Agrária. “Isso gera uma grande paralisação de vários processos que são essenciais para o fortalecimento da produção, educação, saúde e desapropriação de áreas improdutivas”, afirma Evanildo Costa, da direção nacional do MST.
As medidas visam cortar gastos do governo federal com o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que tem investido na escolarização de trabalhadores, e em demandas fundamentais para realização da Reforma Agrária, como o processo de desapropriação, nos créditos para produção, reformas e irrigação.
“Sem essas conquistas históricas, Temer quer travar imediatamente tudo que as famílias conquistaram até hoje. Nossa jornada de luta denuncia essas ações antipopulares e pauta a retomada dessa discussão junto com a sociedade baiana”, explica Costa.

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