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terça-feira, 7 de novembro de 2017

A Tribuna Bahia/ Justiça Federal afasta Robério, Claudia e Agnelo. Os Prefeitos estão sendo levados pela PF por condução coercitiva. Esquema chega a 200 milhões

Redação A Tribuna Bahia
Informações: G1
Postado por: Edmilson Ciriacco


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O Prefeito de Eunápolis Robério Oliveira, a Prefeita de Porto Seguro Claudia Oliveira( esposa de Robério) e Agnelo Junior Prefeito de Cabralia( Irmão de Claudia)foram afastados pela Justiça Federal e serão conduzidos para depoimentos

Polícia Federal (PF) realiza agora pela manhã nesta terça-feira (7) uma operação para afastar os prefeitos de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália e cumprir mandados de prisão, busca e apreensão e condução coercitiva – que é quando alguém é levado para depor. A Noticia foi divulgada pelo Bom Dia Brasil da Rede Globo e o Jornal da Manhã da Rede Bahia.

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Roberio Oliveira e Agnelo Junior Prefeito de Cabrália( cunhado) acusados de uma ciranda com desvio de cerca de 200 milhões de reais
As investigações apontam que, com o auxílio de familiares, Claudia Oliveira (PSD), de Porto Seguro, José Robério Batista de Oliveira (PSD), de Eunápolis, e Agnelo Santos (PSD), de Santa Cruz Cabrália, teriam fraudado contratos que somam R$ 200 milhões. Claudia Oliveira e José Robério são casados.
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O secretário de comunicação da prefeitura de Porto Seguro, César Aguiar, informou ao G1 às 7h20 [horário local] que ainda não tem conhecimento sobre a operação e que tenta contato com a prefeita e com a Procuradoria Geral do Município.
G1 tentou falar com as assessorias de Eunápolis e Santa Cruz Cabrália às 7h23 [horário local], mas os telefonemas não foram atendidos.
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Segundo os investigadores, os três prefeitos da região sul do estado – que além de terem sido afastados dos cargos por ordem da Justiça Federal ainda são alvos de mandados de condução coercitiva – utilizavam, desde 2009, empresas de parentes para simular licitações e desviar dinheiro de contratos públicos.
A PF chegou a pedir a prisão dos três prefeitos, mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região negou.
Os policiais afirmaram que foi organizada uma "ciranda da propina" nos três municípios baianos, em razão do rodízio que era feito entre as empresas envolvidas no esquema de corrupção para vencer as licitações e tentar "camuflar" as irregularidades.
A Polícia Federal destacou que, em muitos casos, os suspeitos "chegavam ao extremo" de repassar a totalidade do valor contratado a outras empresas do grupo familiar na mesma data em que as prefeituras liberavam o dinheiro.
Por conta do uso de familiares para cometer as irregularidades, a operação da PF foi batizada de Fraternos. Os investigados, conforme a Polícia Federal, irão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitações, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

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