Deputado Aleluia do DEM, faz dobradinha com Larissa da base de Rui Costa em Itamaraju

Ao lado de Larissa Oliveira, Robério Oliveira (prefeito de Eunápolis), e Claudia Oliveira, ambos investigados na ''Operação Fraternos" pela Policia Federal. Aleluia faz o ''L'' de Larissa Oliveira em Itamaraju.
 Ele é Deputado Federal pelo Democratas e esta na vida pública a quase 30 anos, fiel escudeiro do ACM e de ACM Neto, ocupou Secretaria no Governo Municipal em Salvador, foi candidato ao Senado e é um dos principais articuladores do Democratas na Bahia. Aleluia  sempre pregou a ética na politica, se colocando como uma reserva moral no Congresso Nacional e até pouco tempo era critico ferrenho de Robério Oliveira, ex Deputado e atual Prefeito de Eunápolis investigado na ''Operação Fraternos'' por suposto desvio de mais de 200 milhões de reais, juntamente com a sua esposa Claudia Oliveira Prefeita de Porto Seguro que foram afastados das suas funções Levados coercitivamente pela Policia Federal e depois retornaram aos seus cargos, Robério e Claudia são pais da candidata Larissa Oliveira. Aleluia tem como principal aliado na sua campanha em Itamaraju o
ex. Vereador Léo Lopes que foi derrotado nas últimas eleições de Prefeito, Léo Lopes foi o candidato apoiado pelo Governador Rui Costa e o MST e hoje coordena a campanha de Larissa Oliveira Deputada Estadual, Aleluia do DEM Federal, e na majoritária com Rui Costa, Wagner e Coronel.

A Postura do Deputado em receber apoio e posar para fotos, alem de discursar no encontro de aliados de Rui Costa, causou constrangimento na base do Prefeito ACM Neto no município, uma vez que Aleluia é  o Presidente do DEM no estado, dando demonstração da falta de ética como Dirigente de uma sigla partidária, velhos costumes  e a desmoralização do sistema politico atual.

Aleluia, ''O Missa'', teria recebido R$ 300 Mil de propina da Odebrecht
O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) é suspeito de receber R$ 300 mil via caixa 2 nas eleições de 2010, além de doação legal de R$ 280 mil nas eleições de 2014, segundo inquérito autorizado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Sobre o inquérito, o parlamentar afirmou: "O ministro Fachin autorizou investigar todos, sem distinção, e fez bem. Todo homem público tem que estar ponto para ser investigado. Estou tranquilo e convicto de que esse procedimento vai ser arquivado. Todas as doações de campanha que recebi foram legais e estão declaradas".
O delator José de Carvalho Filho, ex-funcionário da Odebrecht, disse que esteve na casa do deputado em Salvador, onde Aleluia teria pedido o dinheiro pessoalmente. Na planilha da Odebrecht, Aleluia tinha o codinome de "Missa".
Questionado se o político havia especificado para que era o dinheiro, o delator respondeu: "ajuda de campanha". Segundo Carvalho Filho, o deputado sempre era "procurado para defender interesses da companhia no setor elétrico", mas não soube dizer exemplos concretos, como projetos de leis ou emendas apresentadas pelo parlamentar nessa área.
Fachin autorizou as investigações a partir do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que identificou indícios de corrupção ativa e passiva nas negociações entre Aleluia e a Odebrecht. A PGR fez o pedido com base nas delações dos ex-executivos da empreiteiraDe acordo com os delatores José Carvalho Filho e Cláudio Melo Filho, além dos R$ 300 mil recebidos em 2010 e dos R$ 280 mil em 2014, Aleluia se comprometeu a assumir na Câmara posições favoráveis ao Grupo Odebrech

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