Itamaraju 57 anos de emancipação

Hoje Sexta-feira (05), o Município de Itamaraju comemora 57 anos, com muitas histórias vividas.

 O Extraordinário Município é rico  em belezas naturais, rios montanhas, serras, uma fauna e flora inexplicável. Ele foi emancipado politicamente em 1961, se desmembrando de Prado-BA e possui o maior território do extremo sul baiano com 2.580 km².

Depois da Década de 90

A “Princesinha do Extremo Sul” com era chamada, já foi uma grande referência econômica nas décadas de 70, 80 e 90 com a comercialização do cacau.
Itamaraju sediou grandes representações de órgãos Federais, lojas de franquias nacional, mas, desde 1996, o município vem perdendo força e tudo que havia conquistado de glórias no passado. Órgãos importantes como Receita Federal, Secretaria da Fazenda, Policia Rodoviária Federal, Coelba e diversos órgãos governamentais migraram para cidades vizinhas.

Muitos representantes e pouca força politica
 

 


Com respaldo politicamente, pois tem dois filhos do município como Deputados Federais no Congresso Nacional, Valmir Assunção e Ronaldo Carleto, e dois Federais bem votados como representantes do município, Paulo Magalhães e Adolfo Viana. 


Mesmo depositando sua confiança em manter a cidade bem representada, Itamaraju continua acreditando que esta no caminho certo e busca em seus representantes a sensatez, a coesão e a determinação em frear o sucateamento do município, e apresentarem propostas sérias e urgentes, para a volta do crescimento econômico, principalmente, pela vocação do agronegócio.  

Agronegócio é forte e sem apoio do Poder Público 

Itamaraju é um município rico em criação de gado. abriga centenas de fazendeiros milionários de várias partes do País. no interior estão grandes laticínios produzindo queijos para todo Brasil, grande produtor de Café, Pimenta do Reino, Mamão, abobora, cacau e uma riqueza em frutas e legumes produzidos pelos pequenos agricultores familiares, mas sequer, a cotação do gado e café é realizada no município, demonstrando falta de pulso firme, vontade politica e acima de tudo, falta de união e vontade de fazer acontecer por parte de quem governa e de quem produz.

Comércio Forte

O Comércio de Itamaraju é forte, e o único da região que não se abala com crises econômicas, pois sua economia é independente de empresas como Bahia Sul e Veracel Celulose. Itamaraju é vocacionada para o agronegócio, estima-se que mais de 25 mil pessoas trabalham diretamente na agricultura e pecuária em Itamaraju, fora as lavouras temporâneas . 

Empresas na informalidade e a falta de um polo industrial

Segundo estudos da nossa reportagem, mais de 300 empresas, entre elas: fabricas de vassouras, estofarias, marcenarias, moveis modulados, confecções  vivem na informalidade, e poderiam fazer parte de um polo industrial, fomentando a geração de empregos e renda para o município.  


Escola técnica destruída e fabrica de chocolate roubada

A Falta de vontade dos governantes deixaram destruir a Escola Técnica do Município, roubaram e saquearam a fabrica de Chocolate, inventaram a Fabrica da Dakota, a fabrica de equipamentos eletrônicos, agora aguardamos a '' A INSTALAÇÃO DA FABRICA DA MENTIRA''

Itamaraju no Berço da Civilização Brasileira

A Região onde Itamaraju  foi citada na Carta de Pero Vaz de Caminha no Descobrimento do Brasil, Berço da Civilização Brasileira, ladeado por dois Parques Nacionais, Praias paradisíacas como Curumbau, Cumuruxatiba , Praia do Espelho, Rio Cahy. A passagem na carta de Caminha em que ele fala das “Serras Baixas”, se refere a Itamaraju, na ocasião da chegada dos portugueses.

 O atual município nasceu de um povoado denominado Dois Irmãos, em louvor aos santos padroeiros Cosme e Damião. Tinha uma pequena rua tortuosa (atual 5 de Outubro) e com não mais de 150 casas, inclusive barracos, na sua maioria construídos de taipa. Origem do Nome – Na linguagem indígena significa “pedra”. 
O maior símbolo da cidade é a “Pedra do Monte Pescoço”. A palavra “Mara” simboliza uma região montanhosa, forte característica da cidade. “Ju” é a primeira sílaba do rio que corta a cidade, o Rio Jucuruçu. Itamaraju, em 1500, com a chegada dos portugueses foi um dos montes avistados pelos colonos.

 A terra sempre habitada pelos índios pataxós, em 1860 foi “invadida” por exploradores de madeiras atraindo para cá famílias que procuravam sobrevivência, e, fizeram fortunas, descendentes destas famílias vivem até hoje onde herdaram dos pais e avós, fortunas extraída ilegalmente do meio ambiente e terras frutos de grilagem. 

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